Ko Phi Phi Don – a ilha que sobreviveu ao Tsunami

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Famosa por ter sido atingida pelo Tsunami de dezembro de 2004, Ko Phi Phi Don conseguiu se reestruturar em pouco tempo e voltou a esbanjar beleza e atrair turistas do mundo inteiro.

Depois de nos aventurarmos pela maravilhosa Maya Bay, voltamos para Ko Phi Phi Don para relaxarmos por mais alguns dias. Primeiramente buscamos as malas na agência de turismo (vide post sobre Maya Bay) e, então, fizemos check-in no hotel.

Optamos por “esbanjar” um pouco no hotel, pois queríamos descansar e relaxar bastante (com a cotação de US$1,00 = R$2,20 foi bem tranquilo). Escolhemos ficar à esquerda do Pier Ao Tonsai, pois é a região dos hotéis mais para casais e famílias, longe da confusão da galera que está na ilha atrás de festa e farra. Além disso, fica de frente para o Hospital da ilha…. nunca se sabe né?

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Analisamos todas as opções e gostamos bastante do Hotel Phi Phi Island Cabana Hotel. Na época ele era um dos top 10 no Tripadvisor e, apesar de ter sido um dos hotéis sobreviventes do Tsunami, ele estava em ótimas condições, não tivemos problemas com insetos, mofo ou barulho. O café da manhã e a vista da piscina eram excelentes e ainda tivemos uma área quase privativa do mar, com águas calmas e rasas.

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Apesar de pequena, Ko Phi Phi Don é uma ilha bem eclética e atende a todo tipo de turista, com opções para relaxar completamente e para curtir o agito. Tem  mergulho com cilindro (inclusive com escola de mergulho),  aulas de culinária, muitos bares e restaurantes e, claro, massagens (mais uma vez, aproveite para fazer muita massagem no Sudeste Asiático porque os preços são incríveis e as técnicas super variadas).

Todos os passeios podem ser contratados na própria ilha. Saindo do pier o turista já passa por várias agências de turismo e pode escolher com tranquilidade, pois tem serviços para todo mundo.

Um dia contratamos um long tail na praia de frente ao hotel e fomos conhecer a Bamboo Island e fazer um pouco de snorkeling. Perto dos outros lugares que tínhamos visitado, essa ilha foi até meio sem gracinha… Além disso, aqui tivemos um pequeno problema, mas nada que estragasse nossa viagem. O barqueiro cobrou o dobro da tarifa para entrar na reserva ambiental. Nada que nos desse prejuízo real, mas é bem chato quando descobrimos que isso acontece né?

Um passeio legal e quase gratuito é o View Point, a parte mais alta da ilha, utilizada, inclusive como rota de fuga para o caso de tsunami.

Para chegar lá, é preciso andar cerca de 30 minutos por uma subida considerável e pagar 30 bahts (valor para janeiro de 2017). É super fácil encontrar o caminho, pois por toda a ilha você vai encontrar placas indicando a rota de fuga para eventual tsunami.

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A caminhada é dividida em duas partes, tendo um mirante no meio do caminho e outro no topo. Lá no topo tem uma lojinha e algumas placas explicando o estrago que foi feito pelo Tsunami de 2004.

É incrível ver a recuperação da natureza (essa foto foi tirada em 2014), mas é mais impressionante ver que a ilha era ainda mais bonita antes da tragédia.

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Para ajudar na localização, nosso hotel fica lá no fim da ilha, virado pro mar mais claro, do lado direito e o pier fica quase de frente, mas do lado esquerdo, onde o mar é mais escuro.

No último dia livre que tivemos, eu optei por ficar lagarteando no sol e fazendo massagem. Já o Pedro escolheu fazer um passeio de barco e conhecer alguns lugares diferentes, dentre os quais estava a Monkey Island, que, sem dúvidas, é uma atração a parte com aqueles macacos pra lá de espertos que pegam tudo que os turistas deixam dando sopa…. rs….

Para quem curte a noite, uma das principais atrações é o Reggae Bar, famoso pelo hamburger gigante e pelas lutas de muay thai. As lutas são protagonizadas pelos turistas e o vencedor ganha um balde de bebida… Os turistas, em geral, lutam muito mal, mas vale pela a risada e, nos intervalos, os próprios tailandeses entram no ringue para lutar.

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Foto gentilmente cedida pelo meu amigo Guto Lima – Phi Phi – dez de 2016.

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Para quem prefere um desafio mais pacífico, o bar oferece um Desafio do Hamburger de 800g + batatas e cebola fritas + salada de repolho.

Quem comer tudo isso em 30 minutos não paga nada!

Também toda noite tem festa nos pubs e nas praias, ou seja, sempre tem alguma atração noturna para quem curte uma balada.

Para irmos embora, compramos um bilhete do ferry para irmos para Pukhet. Fique atento ao horário e a empresa que fará o trajeto, pois são várias empresas que prestam o serviço de ferry e, se precisar trocar o ticket, poderá ter um pouco de stress.

Nosso trajeto no ferry atrasou meia hora e, chegando em Pukhet, custamos a conseguir um táxi para nos levar ao aeroporto, já que a maioria já estava reservado. O trânsito no final da tarde é bem caótico e chegamos super em cima da hora ao aeroporto. Recomendo que pesquisem opções de transfer com antecedência e que peguem o ferry considerando um pequeno atraso para não correr riscos.

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3 comentários sobre “Ko Phi Phi Don – a ilha que sobreviveu ao Tsunami

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