Sapa – montanhas e plantações de arroz no Vietnã

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Pra encerrar nossa viagem pelo Vietnã, optamos por seguir um pouco mais para o norte do país para conhecer as tradicionais plantações de arroz. Para isso, contratamos, mais uma vez, a Halong Sapa Tours, que tem um ótimo serviço.

Quando chegamos de Halong Bay a van já nos deixou na agência de turismo. Deixamos as malas, passeamos um pouco pelo Old Quarter de Hanói e voltamos a tempo de sermos levados para a estação de trem. O dono da agência nos levou até a porta do trem e nos indicou qual era nossa cabine e quais eram as nossas camas.

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Foto não autoral – http://www.et-pumpkin.com/modules.php?name=CMS&mcid=367&newsubmenuid=367#.WE1247JrjIU

A cabine é compacta, mas suficiente para uma viagem de aproximadamente 8h30. Combinamos de deixar as malas grandes guardadas na agência de turismo e levar apenas uma mochila cada, pois o passeio era curto, 3 noites e 2 dias, sendo duas das noites dormidas em trem. E não nos arrependemos, pois o outro casal levou duas mochilas grandes e, se todos tivéssemos malas grandes, não conseguiríamos nem mexer dentro da cabine.

Após um tempo de conversa com os coleguinhas de cabine, que era um casal de suíços super simpático, dormimos e muito bem. Acordamos apenas quando chegamos em SAPA, onde uma van nos aguardava para mais um trecho de estrada até chegarmos na cidade.

Tem a opção de fazer tudo por conta própria, mas chegar ainda no escuro em uma região onde poucos falam inglês fica bem mais fácil se você já tem transporte organizado.

Nos deixaram no hotel Sapa Logde, onde pudemos tomar café da manhã e tomar um banho em um quarto que ainda não seria o nosso e, em seguida, sair com nossa guia para fazer a trilha do dia.

O passeio começa lotado de vietnamitas nos acompanhando, tentando vender artesanato… mas logo elas desaparecem!

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Como eu disse no post anterior, não estávamos preparados pro frio e precisamos improvisar usando tudo que tínhamos na mala! rsrsrs Mesmo assim valeu muito a pena.

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O trekking não é pesado, são apenas 6km no total com direito a parada para um almoço no meio do caminho.

Mais uma vez, surgem as nativas querendo vender seus produtos. Pena que poucas conseguem se comunicar em inglês, porque com certeza seria bem interessante conversar com elas e conhecer mais sobre a vida delas.

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Essa senhorinha nos acompanhou por todo o caminho, sem pedir nada em troca. Por estar acostumada, ela me ajudou um monte, principalmente nas partes mais escorregadias.

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A paisagem no inverno é bem diferente, pois boa parte das plantações está alagada e a neblina também acompanha a paisagem e boa parte do tempo. Ainda assim, é muito bonito e interessante para nós que não temos esse tipo de agricultura.

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Ao final do trekking, voltamos para o hotel e fomos direcionados ao nosso quarto. Tomamos banho e saímos para explorar a cidade. Por ser inverno, tem poucos turistas e nem tudo estava aberto. Ainda assim, conseguimos fazer uma deliciosa massagem vietnamita.

Descobrimos um mercado municipal e aproveitamos para jantar churrasquinho vietnamita e ainda paramos em um pub para tomar uma cerveja antes de encerrar a noite.

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No dia seguinte, fizemos um outro trekking para conhecer os vilarejos locais. Tem uma casa típica montada para que possamos conhecer como são as casas de quem vive na região.

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Seguimos até chegar em uma cachoeira e pegamos o final de uma apresentação de música típica. Infelizmente a apresentação tem hora certa e nosso grupo demorou um pouco na caminhada.

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Finalizamos o trekking em um mercado local cheia de bancas de frutas, verduras e, claro, mais um pouco de artesanato regional.

A van nos buscou novamente no hotel, seguimos por uma hora até a estação de trem e voltamos para Hanói.

Nosso agente de viagens estava nos aguardando na estação de Hanói e nos ofereceu um quarto com chuveiro e café da manhã para que pudéssemos descansar até a hora de irmos para o aeroporto.

E assim encerramos nossa viagem pelo Vietnã com a sensação de que valeu muito a pena incluir o país na viagem e que, com certeza, tem outras cidades a serem exploradas em uma futura viagem.

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5 comentários sobre “Sapa – montanhas e plantações de arroz no Vietnã

  1. Carol, só agora estou tendo tempo para colocar a leitura do seu blog em dia! Comecei de trás para frente, até porque Sapa foi um dos lugares que não tive tempo de conhecer. Confesso que essa história de ter sempre alguém tentando vender alguma coisa me desanimou, mas é o Sudeste Asiático, né? Beijos!

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    1. Exatamente! Acho que é inevitável, a população é muito pobre, sem perspectivas de crescimento e, naquela região, ainda vive naquele esquema de que menina só vai p escola até certa idade e depois param (bem novas) p casar….
      Obrigada pela visita! Volte sempre!

      Bjbj

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