Angkor Wat – o verdadeiro motivo para passar pelo Camboja

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Começamos o segundo dia bem cedo para poder conhecer os templos. A vontade era levantar de madrugada para ver o sol nascer no Angkor Wat, mas o jet lag e fuso horário atrapalharam e não conseguimos acordar às 04h00.  Talvez se tivéssemos deixado o Camboja para o final da viagem teríamos conseguido, mas não deu!

Combinamos com o hotel de pegar um Tuk Tuk após o café da manhã e explorar o Angkor Wat durante todo o dia.

Há quem prefira ir num carro com ar condicionado. Fomos de tuk tuk e não nos arrependemos: lá é muito quente, então só de andar 10 minutos de tuk tuk com vento na cara e descer nos templos já dava uma sensação de mal estar… imagino que sair do frio do ar condicionado para o calor seja ainda pior! E a maior parte dos motoristas de Tuk Tuk leva uma caixinha cheia de garrafas de água potável para bebermos durante o trajeto!

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Enquanto os turistas exploram os templos com calma, os motoristas de Tuk tuk aproveitam para “descansar”

Tem também as bicicletas para alugar no centro da cidade (US$1,00 por dia!), mas aí eu aconselho a ir só nos primeiros templos porque o complexo já fica afastado da cidade e o calor torna tudo mais cansativo!

Em 2014 pagamos US$40,00 por pessoa para o “passaporte” de 3 dias de turismo, sendo que eles tiram uma foto sua na hora.

Contudo, os valores aumentarão para US$37,00 para 1 dia, US$62,00 para 3 dias consecutivos e US$72 para 7 dias  consecutivos a partir de 01/02/2017 – veja aqui . Em geral, os horários de funcionamento são de 05h00 às 18h00 todos os dias da semana (apenas o Banteay Srey fecha às 17h00 e Kbal Spean às 15h00).

Parece que agora também estão exigindo roupas adequadas para entrar no complexo (regras similares às dos templos budistas: cobrir as pernas até os joelhos e não deixar ombros e costas aparecendo), então lembre-se de levar uma canga e blusa com mangas para os dias que for passear por lá.

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Com apenas um dia e meio para visitar os templos, foi difícil escolher qual visitar. Resolvemos trocar uma ideia com o motorista, apresentar os templos que mais queríamos ver e deixar o resto por conta dele!

A primeira parada foi no belíssimo e mais requisitado Angkor Wat! Simplesmente impressionante e impossível descrever com palavras…..

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Enquanto passeávamos por lá, um cambojano nos abordou falando em português… quase morremos de susto! Ele se apresentou e explicou que ele é guia turístico há alguns anos e, por conta própria, aprendeu diversas línguas para facilitar a comunicação com os turistas. Português ele aprendeu apenas pela internet!

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Infelizmente ele já estava reservado para o período em que estaríamos por lá, mas fica a dica pra quem quiser entrar em contato e contratar seus serviços… A viagem certamente fica mais rica quando se tem um guia local para explicar não apenas fatos sobre o ponto turístico, mas também sobre a história aos olhos de um nativo.

Seguimos para o Templo Bayon, que fica bem no centro do complexo famoso pelos “rostos” … Há várias versões para explicar o que são os rostos, desde um Deus Hindu, passando pelo Buda da compaixão e até mesmo o rei Jayavarman…

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Revendo as fotos, acredito que esse tenha sido um dos meus favoritos…

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Entre os templos de maior destaque, também passamos por alguns pequenos… infelizmente, passados quase 3 anos e após ter perdido meu celular no final da viagem (ele simplesmente pifou no último dia levando todas minhas anotações e as fotos que eu havia tirado com o celular!), a memória falhou….

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Acho legal dividir essas fotos pra mostrar que qualquer roteiro que você escolher será super interessante e renderá lindas fotos e memórias….

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Em algum momento paramos para almoçar em um dos poucos restaurantes existentes dentro do complexo. A comida era um pouco mais cara e menos saborosa que no centro da cidade, mas não estávamos dispostos a encarar 30 minutos de ida e 30 minutos de volta apenas para almoçar.

Nesses restaurantes, os guias e motoristas acabam se sentando do lado de fora ou em mesas afastadas dos turistas…. Se você conseguir convencê-los a se sentarem com você, com certeza terá uma experiência enriquecedora! Infelizmente o nosso motorista era bem novinho e tímido, não aceitou de forma alguma se sentar conosco….

Fomos então para o Templo Baphuon, que inicialmente foi o templo de Estado do Rei Udayadityavarman II e, posteriormente, transformado em um templo Budista.

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Se prepare para andar bastante e subir muitas escadas neste templo. Confesso que eu não aguentei andar tudo por causa do calor.

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Por fim, fomos visitar o famoso Ta Prohm…. famoso porque é o cenário do filme Tomb Raider da Angelina Jolie…

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Esse templo também é bem grande e vale a pena ser explorado com calma. As árvores tomaram conta do lugar e as ruínas ficaram ainda mais bonitas.

Pensando bem, talvez este tenha sido meu templo favorito… rsrsrs…é impossível escolher um único!

Uma dica: essa calça eu comprei na noite anterior de um ambulante. Esse estilo é muito usado por turistas na região porque são leves e confortáveis. Infelizmente, minha calça de US$1,00 não resistiu mais do que um dia até porque escolhi uma de tecido fino e sem estampa (as estampadonas são mais resistentes), mas valeu muito a pena usá-la. No dia seguinte fui de calça jeans e quase morri de calor! Na próxima comprarei uma pra cada dia…

Para encerrar o dia, seguimos a dica de assistir ao pôr do sol no Templo de Bakheng. O problema: pra conseguir sentar tem que chegar umas 16h00 e ficar esperando ate 17. 17h30… e não achei NADA de espetacular… o pôr do sol da minha sacada é mais bonito! Preferia ter rodado por mais um ou dois templos nesse tempo ou mesmo voltado para explorar o centro da cidade melhor….

Voltamos para a cidade e fomos conhecer o Mercado Municipal que é super interessante. Tem desde roupas e acessórios até as comidas mais exóticas. Foi lá que compramos várias pashiminas e camisetas para trazer de presente, sempre após negociar muuuuuito!

Encerramos a noite no melhor restaurante que tivemos a oportunidade de conhecer em Siem Reap. Além de charmoso e de servir uma comida deliciosa, o restaurante Haven é na verdade uma ONG fundada por um casal suíço. Lá eles ensinam jovens locais todas as atividades de um restaurante (desde o preparo de comida até o atendimento). Ficamos super satisfeitos com a escolha e recomendamos muito a quem for a Siem Reap.

Ah, caso você tenha interesse em ir, recomendo que faça reserva pelo site alguns dias antes de chegar na cidade… o restaurante é famoso e está sempre cheio!

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6 comentários sobre “Angkor Wat – o verdadeiro motivo para passar pelo Camboja

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